Então, dormi até tarde hoje e no meio de toda a preguiça resolvemos, eu e o meu menino, juntar forças e ir até ali no shopping tomar um café. No meio do caminho deu fome, almoçamos e só então fomos tomar o dito café. Cafeteria que fica dentro de uma livraria, livraria que já na entrada exibia um banner que me deixou eufórica: Às 16hs sessão de autógrafo com Mauricio de Sousa. Olhei para o relógio: 15h55.
Corremos pra fila do local onde Mauricio estaria autografando. Chegando lá, fomos informados que só poderia entrar quem tivesse com o exemplar mais recente do gibi Turma da Mônica Jovem, aquele em que a Mônica e o Cebol(inh)a começam a namorar - edição esta que só tinha na boca do caixa da livraria. Corremos comprar o gibi, na volta o salão já estava lotado e a fila só crescia. Peguei a senha número 90.
Na fila por quase uma hora, vi Mauricio de Sousa passar por mim. Baixinho, velhinho e super simpático. Quando finalmente entrei, ainda esperei por mais uns 20 minutos, até chegar a minha vez de conhecê-lo. Ensaiei mentalmente mil coisas pra dizer. Que foi com a Turma da Mônica que eu aprendi a ler. Que eu cuidava com o maior cuidado do meu Almanacão de Férias, para que ele durasse o ano todo e não apenas o verão. Que eu tenho o Cascão n. 01, lá em Foz. Que vim de Foz para São Paulo para ser escritora e que foi lendo os gibis dele que eu aprendi a gostar de ler.
Na hora, claro, não falei nada. Falei só: Oi, Mauricio! e ele me chamou pelo nome, autografou meu gibi recém comprado. Segurei as lágrimas e a tremedeira na mão e agradeci.
Na saída ainda tirei foto com a Mônica e o Cebol(inh)a. E fui tomar o café, que foi o que tinha me levado até ali, pra começo de conversa.
Ele escreveu "Oi Tati!" no meu gibi e autografou. Nunca vou esquecer deste dia em que sai só pra tomar um café e voltei pra casa com um sonho realizado.
Corremos pra fila do local onde Mauricio estaria autografando. Chegando lá, fomos informados que só poderia entrar quem tivesse com o exemplar mais recente do gibi Turma da Mônica Jovem, aquele em que a Mônica e o Cebol(inh)a começam a namorar - edição esta que só tinha na boca do caixa da livraria. Corremos comprar o gibi, na volta o salão já estava lotado e a fila só crescia. Peguei a senha número 90.
Na fila por quase uma hora, vi Mauricio de Sousa passar por mim. Baixinho, velhinho e super simpático. Quando finalmente entrei, ainda esperei por mais uns 20 minutos, até chegar a minha vez de conhecê-lo. Ensaiei mentalmente mil coisas pra dizer. Que foi com a Turma da Mônica que eu aprendi a ler. Que eu cuidava com o maior cuidado do meu Almanacão de Férias, para que ele durasse o ano todo e não apenas o verão. Que eu tenho o Cascão n. 01, lá em Foz. Que vim de Foz para São Paulo para ser escritora e que foi lendo os gibis dele que eu aprendi a gostar de ler.
Na hora, claro, não falei nada. Falei só: Oi, Mauricio! e ele me chamou pelo nome, autografou meu gibi recém comprado. Segurei as lágrimas e a tremedeira na mão e agradeci.
Na saída ainda tirei foto com a Mônica e o Cebol(inh)a. E fui tomar o café, que foi o que tinha me levado até ali, pra começo de conversa.
Ele escreveu "Oi Tati!" no meu gibi e autografou. Nunca vou esquecer deste dia em que sai só pra tomar um café e voltei pra casa com um sonho realizado.











