"Isso só soma", é o mantra do senhor que trabalha comigo. A cada nova e reluzente aporrinhação que é despachada em sua mesa, ele diz: Isso só soma. E ri.
Algumas coisas eu queria aprender/entender. Por exemplo, quando eu me desespero ou me angustio demais com algum problema, então eu ligo para a minha mãe e conto prá ela a coisa toda. Ela sempre se mantém calma, ela até ri, ela sempre me aponta uma saída, sempre me acalma. Queria saber se ela é calma assim por que:
O complicado é que no momento DA LOUCURA DO PROBLEMA eu não consigo colocar a mão na barriguinha e falar: Hahaha, já vai passar, meow béim, como minha mãe fala. Eu não consigo. Nem consigo falar: Isso só soma!, com um ar meio triste como meu colega fala. Eu fico, não sei, doida. Perco a mão nas atitudes e etc. Acho que ainda não encontrei meu tom certo diante de problemas. Por que não acho que reagir loucamente seja um tom correto, queria algo assim feito os mais velhos, algo entre otimismo e conformismo, algo aí nessa linha. Mas não, me dê um problema prontinho e eu consigo piorá-lo, com esse meu jeitinho escroto e cativante de me desesperar com tudo.
Complicado.
Inclusive, se vamos mesmo por um freio nessa loucura, o ideal mesmo seria eu ficar bem na minha e não falar nada, quer dizer, fico aqui blogando meus problemas e criando essa imagem de blogueira performática mimimimi from hell. É, eu sei. Mas a verborragia tá aew prá isso, pessoal ficaria MALUCO se soubesse o quanto sou calada pessoalmente e como deixo pro papel (pra tela) em branco todas as minhas angústia. A não ser, é claro, quando a coisa aperta e eu fico MALUCA DA CABEÇA.
Não é uma qualidade, at all.
De mais a mais, tinha outras coisas que eu queria aprender/saber, mas vamos deixar prá outros posts futuros. Quem tiver uma elucidação modesta que seja para as questões apresentadas aqui neste post, caixa de comentários é a serventia do blog. Be my guest.

Algumas coisas eu queria aprender/entender. Por exemplo, quando eu me desespero ou me angustio demais com algum problema, então eu ligo para a minha mãe e conto prá ela a coisa toda. Ela sempre se mantém calma, ela até ri, ela sempre me aponta uma saída, sempre me acalma. Queria saber se ela é calma assim por que:
a) Só quer me acalmar.
b) Realmente não acha que o meu problema seja um grande problema.
c) Ela já passou por isso e não deu em nada.
d) Ela já passou por isso, foi foda, melhor dar uma descontraída prá que eu não pire de vez.
e) Ela já passou por isso, não deu em nada, foi foda e descobriu que chorar feito louca (feito eu) não adianta muita coisa, não resolve nada.
b) Realmente não acha que o meu problema seja um grande problema.
c) Ela já passou por isso e não deu em nada.
d) Ela já passou por isso, foi foda, melhor dar uma descontraída prá que eu não pire de vez.
e) Ela já passou por isso, não deu em nada, foi foda e descobriu que chorar feito louca (feito eu) não adianta muita coisa, não resolve nada.
O complicado é que no momento DA LOUCURA DO PROBLEMA eu não consigo colocar a mão na barriguinha e falar: Hahaha, já vai passar, meow béim, como minha mãe fala. Eu não consigo. Nem consigo falar: Isso só soma!, com um ar meio triste como meu colega fala. Eu fico, não sei, doida. Perco a mão nas atitudes e etc. Acho que ainda não encontrei meu tom certo diante de problemas. Por que não acho que reagir loucamente seja um tom correto, queria algo assim feito os mais velhos, algo entre otimismo e conformismo, algo aí nessa linha. Mas não, me dê um problema prontinho e eu consigo piorá-lo, com esse meu jeitinho escroto e cativante de me desesperar com tudo.
Complicado.
Inclusive, se vamos mesmo por um freio nessa loucura, o ideal mesmo seria eu ficar bem na minha e não falar nada, quer dizer, fico aqui blogando meus problemas e criando essa imagem de blogueira performática mimimimi from hell. É, eu sei. Mas a verborragia tá aew prá isso, pessoal ficaria MALUCO se soubesse o quanto sou calada pessoalmente e como deixo pro papel (pra tela) em branco todas as minhas angústia. A não ser, é claro, quando a coisa aperta e eu fico MALUCA DA CABEÇA.
Não é uma qualidade, at all.
De mais a mais, tinha outras coisas que eu queria aprender/saber, mas vamos deixar prá outros posts futuros. Quem tiver uma elucidação modesta que seja para as questões apresentadas aqui neste post, caixa de comentários é a serventia do blog. Be my guest.














