Elvis Costello Gritou Meu Nome

Tati Lopatiukinfo
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São Paulo - SP Blocker e eventualmente jammer na Ladies Of HellTown Escritora e web redatora 28 anos Colecionadora de gatos

A história de uma garota que decidiu ser feliz pra sempre.

25 de novembro de 2009

Alguma coisa acontece no meu coração

Seria mais digno esperar chegar em casa, em Foz e fazer um mega post contando tudo. Mas então, será que eu conseguiria contar tudo, de uma vez só? Penso que não. Estou há uma semana em São Paulo e minha estadia aqui está exatamente na metade. E está na metade por que hoje fui no aeroporto e adiei em uma semana a minha passagem de volta.

Eu não quero voltar.

São Paulo me pegou de jeito e eu me apaixonei de cara. Pelas ruas gigantescas, as pessoas sempre apressadas, taxistas monossilábicos e balconistas com um meio sorriso me perguntando se quero nota paulista. Mesmo violenta, gelada e barulhenta a terra da garoa tem seus encantos, que a mim se mostraram irresistíveis.

São tantas, tantas infinitas coisas que eu gostei e me identifiquei aqui. E justo eu que sofro de um banzo violento onde quer que esteja, pela primeira vez me senti bem estando fora de casa. Bem de verdade. Eu certamente seria muito, muito feliz aqui. Eu poderia ser feliz aqui. Eu posso ficar aqui?

Me parece aquelas situações em que você sabe exatamente o que deve fazer, mas tem medo, por que tem consciência de que se com apenas um passo você já não está no mesmo lugar, que dirá um passo tão grande assim como esse que quero dar, que envolve não só a minha vida, mas a de pessoas que amo.

Escolhas são sempre complicadas. E sempre prefiro que escolham por mim. Mas agora não pode ser assim, agora sou eu quem escolhe. E como se não bastasse toda a beleza discreta das ruas de São Paulo para me seduzir, ainda há alguém que sopra no meu ouvido a resposta certa, todas as manhãs.

18 de novembro de 2009

Restart my heart

E como eu disse, não importava o quanto demorasse, a hora ía chegar. E chegou. Agora que já arrumei as malas, que já fiquei nervosa o dia todo, agora que cai aquele silêncio, meus ombros ainda tensos e não sei se vou conseguir dormir.

Prá quem pensa que é exagero meu, quem sabe isso explique: nunca viajei de avião, ainda mais sozinha, ainda mais prá uma cidade (estado!) que nem conheço, prá ficar na casa de quem não conheço também. E se apenas um destes fatores já seria o suficiente para me deixar apavorada, a combinação de todos, somados a outros fatores íntimos, pessoais, faz meu já costumeiro nervosismo subir ainda mais.

Mas, só eu posso fazer isso por mim, fui eu quem quis e eu vou. Vou meio sem saber o que me espera, meio sem saber o que esperar. Mas vou.

Me desejem sorte.

See you.


16 de novembro de 2009

Do que é feito o meu silêncio

Grande parte do amor consiste não em fazer coisas, mas em pensar, recordar, imaginar, fazer planos, tendo como objeto o indivíduo amado.

~ Domenico de Masi

Eu não tenho sono, mas eu não quero ficar acordada vendo um filme ou lendo um livro ou fazendo qualquer outra coisa que seja produtiva e/ou útil. Não tenho mais paciência para isso ultimamente e perdi completamente o interesse. Não consigo prender a minha atenção a nada. Então, só me resta procrastinar e deixar as coisas acumularem ao meu redor. Não sem uma certa culpa, admito. Mas com um sorriso no rosto também. Já que para quem ama, procrastinar tem um gosto a mais. Um gosto bem doce.

O que eu quero, e o que eu tenho feito, é ficar deitada na cama, no escuro. É o meu principal passatempo, o favorito. Sem música ou tv ligada, só eu e o silêncio e a escuridão. De olhos bem abertos fico literalmente sonhando acordada. Fazendo planos, lembrando de coisas que me foram ditas, da voz dele no meu ouvido me dizendo. Manhoso.

Agora que falta pouco, muito pouco. As horas passam devagar mas eu nem ligo. Que demore, eu sei que vai chegar. No meu silêncio, eu sei. No meu coração batendo descompassado madrugada a dentro, eu sei.

E aguardo a hora certa, na mais doce das expectativas.



15 de novembro de 2009

Deixa eu te perguntar uma coisa:

Acordei com essa frase na cabeça: bigmouth, bigmouth, bigmouth strikes again.

Daí não lembrava de que banda era, dei um google por que a minha vida é essa, sem google não sou nada. Então "lembrei" do The Cure. Procurei o clip da música no Youtube, por que minha vida é essa, sem Youtube não sou nada. Algumas vezes as músicas grudam na nossa cabeça de tal forma que só indo lá e escutando ela é que ela desgruda. Tipo coceira: só coçando prá passar.

Nos videos relacionados vi que tinha o clip de The Lovecats, do The Cure, e quase cai da cadeira. Eu adorava essa música! Ainda adoro, mas tinha esquecido completamente dela. Assisti também. E vi que tinha Friday I'm In Love, outra que eu amo e nem tava ligada que era da The Cure.

E aí é aquela coisa, né? Quantas músicas soltas a gente pode amar sem se dar conta que são todas da mesma banda e que TALVEZ, QUEM SABE, você deveria se dar ao trabalho de conhecer a obra toda dela?

Baixei então uma discografia safada aí da The Cure. Tô curtindo.

Mas tem duas coisas que eu não consigo lembrar de modo algum:

  1. Uma vez conversando com a minha amiga Cris sobre bandas que parecem tristes mas na realidade não são, não lembro se ela citou como exemplo The Cure ou The Smiths. Ou seriam as duas, que tem esse visual todo obscuro e cantam sobre coisas leves, afinal?
  2. Eu sei que tem o clip de The Lovecats que tem gatos por todo lado e sei que tem um da Björk que tem gatos atuando feito gente. Mas não lembro de que música é esse clip. Alguém sabe? E sabem de mais algum clip musical gatífico? Se souberem, me falem!

Por que esses dias eu fiz uma lista sobre filmes com gatos em cena (sabem de mais algum, além dos listados?), queria fazer uma lista de clips musicais com gatos, também.

Clips musicais é tão Silvio Santos, concordam?

Sei nem o que estou falando, mas deixei aí um monte de questões prá vocês responderem. Vamos ajudar a Tadsh a manter suas obsessões sob controle, alimentando-as corretamente, meus gatinhos?

Sabia que podia contar com vocês. :o)


  • UP DATE: O amiguinho JC deu a dika, parece que no post não ficou mesmo muito claro: "Bigmouth Strikes Again" é da The Smiths e lembrando de The Smiths eu lembrei de The Cure, pois como eu disse, estava nos vídeos relacionados. Certo? The Cure virou o personagem principal do post "meio que do nada" por que é assim que eu escrevo: meio que do nada. *rç*

14 de novembro de 2009

Before I fall in two pieces.

Olhando prá trás agora, das coisas que fiz, penso que não deveria ter sido tão cruel em alguns pontos. Depois lembro das crueldades que fizeram prá mim e penso que mereceram. E então se torna um paradoxo de Tostines de cunho emocional: fiz por que mereceram ou eu que fiz por merecer?

E então vou dizer que este, aquele e aquele outro erro nunca mais vou cometer e quando me é dada a chance de começar de novo, cometo todos os três e mais alguns. Então vejo que a errada sou eu, sempre fui, desde o começo, desde a primeira vez. E aí já não sei mais se adianta tentar. Já que todo começo é diferente, mas todo fim é sempre igual.

A gente nunca aprende nada com coisa alguma, afinal. Passa a vida toda dando voltas em cima dos mesmos erros, sabe o jeito certo e não consegue levá-la a cabo.

Mas se for para amar de novo, finge que dessa vez vai dar certo. Prá ver até onde vai.




  • A pedidos de Fabiana, coloquei alguns contatos meus ali na coluna lateral. Sintam-se à vontade para me escrever. Inclusive você, Fabiana querida.
  • Bienvenido, Ivad! Saudades suas.

13 de novembro de 2009

A pior coisa que você pode fazer.


Obrigado a todos que sempre me ajudam a manter a cabeça erguida, comentando aqui ou em off. Já me sinto bem melhor hoje. Begod também.

:o)

12 de novembro de 2009

Não era prá ser assim

A gata deu à luz a três gatinhos. Um amarelo, um preto, um pretoamarelo. Ela os deixou morrer um por um, e o último deixou na minha porta, agonizando. Eu não sabia o que fazer, chorei feito criança, com medo de sair da minha casa. Senti vergonha de mim mesmo.

O meu gato também está triste e com medo. Não quer mais sair de casa e mia o tempo todo. Eu não sabia que até os bichos podem ser assim tão cruéis. Aparentemente, nem o meu próprio gato sabia.


11 de novembro de 2009

Quem guarda os portões da fábrica?

Se serve em minha defesa, quero dizer que tenho tentado estóicamente criar uma rotina ou pelo menos não deixar que minha vida vire um ostracismo tão ostensivo que acabe por constranger e ofender quem convive comigo, mas tá dificil.

Mas que merda estou dizendo? Quem é que convive comigo? Meus pais? Meus pais não me julgam.

De qualquer modo, se querem saber.

Primeiro que eu realmente não tenho muito o que fazer, segundo que meus pais não me cobram nada, terceiro que incrivelmente está legal assim, quarto que é realmente legal trocar a noite pelo dia nos meus livros, filmes e vida on line. Eu sempre gostei disso.

Obviamente, mesmo estando legal eu me sinto culpada por estar feliz assim. A gente é educado acreditando que sem trabalho não tem valor nenhum. As pessoas te olham de outro jeito quando você diz que está desempregada. Quando diz isso com um sorriso, então... É pedir prá ganhar um olhar de recriminação, de condenação.

E por outro lado, me dizem para aproveitar essas férias forçadas e lalalala. Não sei. Não sei o que querem de mim. Nem eu sei o que quero.

Ou sei. Intimamente sei, mas mantenho isso em segredo. Até de mim.

E enquanto não tenho coragem de começar a me tornar o que quero ser, me escondo no meu confortável, aconchegante, amado e odiado ostracismo involuntário.

A pergunta é: até quando?


10 de novembro de 2009

O Universo e você

Fuck Yeah qualquer coisa que seja. Depois, conquistei o mundo no Listal e segui irritando algumas pessoas. Depois algumas vieram falar comigo. Depois choveu, choveu horrores, fui dormir. Não quero ser injusta, é verdade que os dias tem passado rápido, mas queria que voassem. E depois, passassem em slow motion. You know what I mean.

Sabe o que eu quero dizer mas eu, eu não estou bem certa. Se devo ou não me jogar. E por aí você já vê que algo está errado, por que odeio essa expressão, "se joga". Brrrr... Me dá calafrio as concessões que abro, quando estou feliz.

Como quando você entra naquelas cabines de foto instantâneas, as caretas que você faz falam muito do que você é. Sozinho ali, você sorri?

Ou só sorri quando alguém está vendo?


9 de novembro de 2009

Na cinza das horas

Pelo menos estou vivo. Em movimento, andando por aí, perdendo ou ganhando, levando porrada, passando fome, tentando amar. "De cada luta ou repouso me levantarei forte como um cavalo jovem", onde foi que li isso? Sei: Clarice Lispector, meu Deus, foi em Perto do Coração Selvagem.

~ Caio Fernando de Abreu em Lixo e Purpurina.

Sim, sim, sim. É isso. Pelo menos estou viva. Hoje não foi um dia tão bom, fazendo a sequencia bonita de um fim-de-semana plenamente esquecível. Mas não quero deixar a minha felicidade morrer, ainda mais assim sem motivo algum. Não posso me permitir isso, pois olhando prá frente só vejo motivos para me alegrar. Sigo olhando em frente então.

Mas hoje, hoje não tanto.


8 de novembro de 2009

Dessa cicatriz.

Cicatriz

A felicidade me marcou
e agora essa cicatriz arde em mim.

~ Rodrigo Scaliante.


Que outra alternativa eu tenho, senão conquistar o mundo todas as manhãs? Do silêncio das madrugadas vazias em que fico falando sozinha, da bagunça coletiva dos domingos, com criança correndo, gato miando, guitarras no quarto ao lado.

Quando rio sozinha, quando sorrio prá quem está perto. Quando calada falo mais do que conversando. Quando no meu olhar já sabem o que estou querendo dizer.

E vou além.



7 de novembro de 2009

Rubens Ewald Filho mandou um beijo

Como eu já disse aqui, não tenho a pretensão de ser crítica de cinema nem nada. Mas tenho um blog, vejo muitos filmes e acabo escrevendo sobre o que gosto. Sempre escrevo meus RENEWS de filme no RMM, reviews esses que são baseados única e tão somente pelo meu gosto.

Em todos esses anos publiquei vários reviews em meio aos meus sempre confusos e prolixos posts. E agora decidi fazer uma "triagem" e publicar (o que era publicável) no Listal. Provavelmente muita cara-de-pau minha, já que lá o pessoal é meio xiita. Mas espero que tenham senso de humor. Xiita tem isso? Não sei. De qualquer forma, ultimamente tenho lidado com muita gente xiita in so many ways... Que fica até mais fácil lidar: deixo latir sozinho.

Se você quiser ler (ou reler) as críticas, estão aqui. Se tiver conta lá e gostar, vote. Faz essa phyna.

And be kind.

Be kind, 'cause I'm really, really, very, very fine.




6 de novembro de 2009

Minha sorte é diferente da sua

Minha vida não está assim 100% como eu queria, em parte por que nem eu sei exatamente o que quero dela, em parte por que algumas coisas que quero ainda não aconteceram. E insatisfeito em algum ponto a gente sempre está. Mas, olhando the big picture, tudo me parece maravilhoso agora. E se comparado com alguns meses atrás então... Está tudo perfeito, tudo se encaminhando perfeitamente bem.

Foi um amigo quem me ensinou que a gente tem que olhar a vida como um todo e não só os dias ruins ou uma ou outra coisa que não vai bem. Então olhando como um todo, até que estamos bem.

A cada novo dia descubro mais um motivo para ficar feliz e desses pequenos motivos vou montando o meu sorriso. Hoje mesmo, quanta coisa boa aconteceu. E eu nem saí de casa. Claro, minha sorte é diferente da sua. Coisas que me deixam feliz podem parecer sem sentido para algumas pessoas.

Mas, quem está feliz agora? Eu. Não elas.






PS: E é uma vitória pessoal muito grande prá mim ter coragem hoje de publicar fotos minhas, assim de frente , mostrando meu rosto todo. Por que durante muito tempo convivi com uma pessoa que sempre me dizia que qualquer uma era mais bonita do que eu. Que meu rosto era feio. E se hoje tenho coragem de mostrar meu rosto não é por que agora me ache bonita, ou pelo menos mais bonita do que naquela época. É por que deixei de escutar e dar valor a quem só quer me fazer mal.

5 de novembro de 2009

Derretendo satélites

Onde a sua mão está agora?
A minha você sabe bem.
Quanto mais tempo demora,
mas violento vem.

~ Derretendo satélites - Paula Toller.


4 de novembro de 2009

Buon giorno!!!

Não descarto a possibilidade de que boa parte das pessoas que leem meu blog o fazem por puro guilty pleasure e me consideram uma poser e/ou uma chata repetitiva por falar tanto e com tanta euforia adolescente dos filmes, livros, séries e etc que eu gosto.

Em algum ponto isso me incomoda. Mas só de vez em quando. Tendo em vista que o blog é meu e que ninguém paga a minha internet e tendo em conta que ninguém lê mais meu blog do que eu, acho justo falar só do que me interessa mesmo. E tem quem curte. Se não curte, fecha a página e te fode aew, obrigada. Servindo bem para servir sempre.

Por que falando em ser chata, desde que Bastardos Inglórios estreou nos cinemas de todas as galáxias (menos aqui) TODO MUNDO falava maravilhas do filme e eu já tava a ponto de dar unfollow em metade do Universo de tanto que estavam falando disso e eu não podia falar nada já que, oi? Foz do Iguaçu, os filmes costumam demorar SÉCULOS para chegar nos cinemas daqui. A mesma coisa com Distrito 9.

Pois bem, o mundo girou e finalmente esses dois filmes tão esperados por mim chegaram nesta fétida cidade que me serve de morada. E fui ver ambos hoje, na sequência, que é prá ficar bonito.

Vi primeiro Distrito 9. Filme fodão, começa meio lento mas depois fica ELETRIZANTE [/crítico de capinha de VHS feelings]. Saí da sala zonza, com um nó na garganta, vontade de chorar e pensando em nunca mais comer camarão na vida.

Depois, depois foi a vez de Bastardos. Difícil dizer o que é Bastardos. Mas vou dizer o que senti, por que afinal não sou crítica de cinema e o que conta prá mim se o filme é bom ou não é o quanto ele me toca. Pois bem, senti o que raramente se sente ao ver um filme: aquela certeza interna de que você está tendo a sorte, a honra e o privilégio de ver ainda no cinema o que será aclamado como uma obra-prima dali em diante. Sabe aqueles filmes que estão em todas as listas de masterpiece? Então. E essa sensação, a de estar fazendo parte da história nem que seja só por ter visto no cinema um filme que se tornará obrigatório, é uma das mais felizes que se pode ter.

Para exemplificar um pouquinho, vou contar algo que aconteceu na sessão em que eu estava: entre uma certa cena e outra houve uma queda brusca do som. Nesse pequeno intervalo de silêncio, como naquelas gafes do Chaves, ouviu-se um menino na pláteia gritar: ESSE É O MELHOR FILME DO MUNDO!

Mas, ao contrário do que acontecia com o Chaves, ninguém riu do menino. Dizer que Bastardos é "o melhor filme do mundo" talvez seja um erro, mas a euforia do menino era totalmente justificavel e compreensível. E aparentemente todo mundo ali tinha consciência disso.

Acho até que diante de tanta babaquice e falta de boa-vontade alheia, só mesmo a nossa dose interna de euforia adolescente é que nos salva. E eu quero muito manter a minha, não troco ela por nada. E ainda bem que tem filmes, séries e livros que mantém isso dentro de mim, me protegendo da casmurrice dos outros.


3 de novembro de 2009

Tem figurinha prá mim?

Tô a fim de muita coisa não. Tô entediada, morrendo de calor o dia todo. Ansiosa já é padrão, preciso neeeem comentar. A novidade do dia é que descobrimos que a namoradinha do Begod tá GRÁVIDA e então em breve vai ter aew uma bela BACIADA de gatinho novo prá mim abraçar, beijar e apertaaaaaaar. *___*

Enquanto isso, tenho assistido muitos filmes, etc. Tô quieta, não tô brava, tô de boa. Aliás, vem me perguntar se eu tô brava eu faço a exorcista: giro a cabeça 180 graus e ainda viro os olhos, de tédio. Não tô, fica tranquilo.

O Universo tá meio de brinks, mas a gente vai levando.

Queria um desenho legal de robô. Desenho que eu digo é JPG, viu? Figurinha. Alguém tem algum prá me jogar na tela? Eu piro em robô, já tinha contado isso? Acho a coisa mais fofa, tenho um monte de imagens de robôzinhos fofos guardadas numa pastinha amarela do pc [/aloka].

Sim, já assisti: Wall E; Inteligência Artificial; O Homem Bicentenário e Robocop.

Não, não assisti: Eu, Robô; Blade Runner; Robôs e Futurama.

É legal ter assim uma pastinha de imagens bonitas que você gosta. Tem dias que fico só olhando. É o papel de carta da mulher moderna. LOL.



2 de novembro de 2009

Todo começo é bom.

Cameron: Mitchell is a snob.
Mitchell: No, n-no, I'm discerning.
Cameron: Official slogan for snobs. When we first met he wouldn't even look at me because I was a hick from the farm in Missouri and he's a big city mouse.
Mitchell: Who says "city mouse"???
Cameron: Country mice.

Modern Family ~ Episode 2: "The Bicycle Thief"


Prá mim tava bom ser viciada em apenas duas séries, TBBT e Glee. Por que aí você vicia com atenção, eu quero dizer, você realmente curte cada episódio, cada quote. Mas a Holly me falou de Modern Family e eu não sou nem loca de não aceitar uma sugestão da Holly. Não teve erro, foi amor à primeira vista.

É curioso como eu só gosto e só assisto série de humor. Essas piras de ação, mistérios, dramas, não sei lidar mesmo. Lost, Chuck, Heroes. Não consigo gostar. E a vida já é tão amarga, né? Prá que mais?

Mas por outro lado, essas comédias que eu assisto também não são assim um mar de doçura, por assim dizer. TBBT tem um humor super àcido, assim como Modern, que foi o que me fez querer ir além do episódio piloto. E mesmo Glee que é a típica feel good serie tem o veneno da Sue, que é uma das personagem mais legais da série.

De qualquer forma. Modern é bem legal e como não poderia deixar de ser os meus personagens preferidos são o Cameron e o Mitchell, o casal gay que adota um bebê. Super me identifico com Mitchell, que fica rolando os olhos prá tudo, o tempo todo, cheio de tédio e esnobismo (not!). Minha cara.

Não curto muito começar a gostar de série que está recém na primeira temporada, tenho medo de acabar do nada (Pushing Daisies feelings, alguém?) e ficar à ver navios. Mas a gente tem que se arriscar, né? Tudo que é muito bom no começo pode acabar de repente, um dia. Nem por isso vou deixar de aproveitar. Por enquanto, tá uma maravilha.

*casablanca*



1 de novembro de 2009

Porta fechada, janela que se abre.

Ainda não entendi muito bem por que fui escolhida por eles para ser a mais nova integrante da "gangue", já que se trata de um grupinho meio antigo e bem definido. E embora eu sempre me espante quando me abrem uma porta e uma janela assim, aceitei a oferta sem pestanejar. Pois eu me espanto, mas yes man, não é mesmo? Vamos tentar, até por que aqui eu sinto que vale o esforço.

Hoje nos encontramos às 8 horas da manhã de um domingo simplesmente deslumbrante e fizemos um tour pelos principais pontos turísticos da cidade. Acabei de chegar em casa: foram quase doze horas de passeio, conversa, cantorias, micos, fotos e eu me diverti como há muito não fazia. Meninada 100%.

Fazem eu me sentir 100% também.