Algumas boas omissões, alguns sumiços estratégicos. Bem estratégicos. E o telefonema que me acorda, chamando outra pessoa prá sair, mas eu não. Meus amigos.
Queria não precisar tanto do afeto alheio. Veja, eu nem queria ser mais amada. Eu só queria não precisar tanto disso. Não queria ser amada por que sei que no fim sempre termina com muita dor, decepção e um belo par de chifres na sua cabeça. Como foi comigo. Então, não é que eu esteja brava com ninguém, estou é brava comigo. Queria não ser tão carente. Tão ninguém escreve ao coronel. Mas eu ainda estou aprendendo e não tem nada mais educativo do que aprender na prática e à força.
E enquanto fico aqui sozinha, pensando se devo ou não me esforçar para ser amada pelos outros (e eu me esforço!), acabo sempre na questão crucial: será que é uma opção minha mesmo? Hahaha. Pelo o que vejo, não é. Se o amor sempre parte de mim e não encontra nunca ninguém que o queira, então não deve mesmo ser culpa minha. Né?
Queria não precisar tanto do afeto alheio. Veja, eu nem queria ser mais amada. Eu só queria não precisar tanto disso. Não queria ser amada por que sei que no fim sempre termina com muita dor, decepção e um belo par de chifres na sua cabeça. Como foi comigo. Então, não é que eu esteja brava com ninguém, estou é brava comigo. Queria não ser tão carente. Tão ninguém escreve ao coronel. Mas eu ainda estou aprendendo e não tem nada mais educativo do que aprender na prática e à força.
E enquanto fico aqui sozinha, pensando se devo ou não me esforçar para ser amada pelos outros (e eu me esforço!), acabo sempre na questão crucial: será que é uma opção minha mesmo? Hahaha. Pelo o que vejo, não é. Se o amor sempre parte de mim e não encontra nunca ninguém que o queira, então não deve mesmo ser culpa minha. Né?

Pro inferno que sim.





















